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Apostar em jogos de futebol

Enrico NazaréAutor da publicação: Enrico Nazaré

Os registros mostram que o Sky Bet tinha um verdadeiro dossiê de informações sobre Gregg. A empresa, ou um dos provedores de dados contratados para coletar informações sobre os usuários, tinha acesso a registros bancários, detalhes de hipotecas, coordenadas de localização e um retrato íntimo de seus hábitos de apostas em caça-níqueis e partidas de futebol.

Depois que Gregg parou de jogar, o software que fazia o perfil de dados do Sky Bet o rotulou como um cliente a "reconquistar". Recebeu e-mails oferecendo a chance de ganhar mais de US$ 40 mil em máquinas caça-níqueis, depois que o software de marketing percebeu que ele provavelmente os abriria. Um modelo preditivo chegou a estimar quanto ele valeria se começasse a jogar novamente: cerca de US$ 1.500.

Gregg aprendeu sobre os bastidores do rastreamento de dados depois de contratar um advogado e utilizar as leis de proteção de dados do Reino Unido, que exigem que as empresas compartilhem os dados pessoais que mantêm sobre os usuários. Ele queria saber se o Sky Bet havia traçado seu perfil e o tinha como alvo, mesmo enquanto ele tentava parar de fazer apostas.

Gregg compartilhou os documentos com a condição de que seu nome completo não fosse divulgado, por temer que os detalhes prejudicassem sua carreira e atrapalhassem o relacionamento com a família e os amigos. O Sky Bet, que se recusou a fazer comentários para este artigo, não contestou que os registros eram autênticos.

Conforme os aplicativos de jogos de azar explodem em popularidade no mundo todo, os documentos mostram até que ponto um dos aplicativos mais populares do setor de jogos de azar adotou algumas das técnicas de rastreamento e criação de perfil mais invasivas da internet. Segundo críticos do setor, em vez de os dados identificarem jogadores problemáticos como Gregg e ajudá-los, eles são usados para manter os apostadores viciados.

Nos aplicativos de jogos de azar, como o Sky Bet, fazer uma aposta é mais fácil que chamar um Uber. Muitas pessoas os veem como uma diversão inocente, mas, para um grupo de especialistas em vício em jogos de azar, ativistas de privacidade de dados e críticos do setor no Reino Unido – o maior mercado de jogos de azar do mundo –, os documentos são um alerta a apostadores e aos órgãos reguladores de países como os Estados Unidos, onde serviços semelhantes estão crescendo rapidamente. Mais de uma dúzia de estados, incluindo Nova Jersey, Nevada e Virgínia, agora permitem jogos de azar baseados em aplicativos.

Os críticos, que dizem que as empresas por trás dos aplicativos requerem mais supervisão, estão pedindo leis mais duras para identificar apostadores problemáticos e evitar que os dados sejam usados de forma fraudulenta e predatória.

"Onde quer que as empresas de jogos de azar operem, deve haver um entendimento real sobre como os dados são parte integrante do negócio. Quando começamos a olhar para dentro, como nesse caso, vemos como as vulnerabilidades são exploradas pelas plataformas", afirmou Ravi Naik, o advogado londrino responsável por obter os dados de Gregg.

Gregg no Reino Unido (Jaime Molina/The New York Times)

Naik observou que os dados obtidos até agora são apenas uma peça do quebra-cabeça. Ele entrou com ações legais adicionais no Reino Unido para descobrir mais detalhes sobre o que as empresas de apostas fazem com os dados coletados, e se esses dados são usados para personalizar ofertas e criar outros incentivos para atrair clientes, particularmente os apostadores mais vulneráveis. Um relatório da Câmara dos Lordes, publicado no ano passado, revelou que 60 por cento dos lucros do setor viveram dos cinco por cento de clientes considerados "apostadores problemáticos" ou em risco de se tornar. "Estamos tentando ampliar a transparência. Os advogados não deviam ter tanto trabalho para descobrir o que está acontecendo", comentou Naik.

O Sky Bet foi o aplicativo de apostas mais popular do Reino Unido no ano passado, baixado cerca de 140 mil vezes por mês, de acordo com a empresa de pesquisa de mercado Apptopia. Anteriormente controlado pelo Sky, o conglomerado midiático de Rupert Murdoch no Reino Unido, o aplicativo pertence agora à Flutter Entertainment, que possui uma série de aplicativos de cassino e faturou cerca de US$ 7,4 bilhões no ano passado.

A Flutter, assim como o Sky Bet, não quis fazer comentários. Na política de privacidade da Sky Bet, que tem mais de dez mil palavras, a empresa diz que coleta informações pessoais, incluindo histórico de navegação, gastos, dados demográficos e informações comportamentais, como os esportes nos quais uma pessoa gosta de apostar. Os dados, que podem ser compartilhados com pelo menos 12 serviços de jogos de azar que pertencem à Flutter, são usados para marketing e personalização, enquanto as informações financeiras são coletadas para proteção contra lavagem de dinheiro e fraude, de acordo com o documento.

Em pelo menos oito trechos da política de privacidade, a empresa sugere que os usuários que não querem ter todos esses dados coletados "não utilizem nossos serviços e fechem sua conta".

Nigel Eccles, ex-CEO da FanDuel, que pertence atualmente à Flutter e é um dos maiores aplicativos de jogos de azar dos Estados Unidos, disse que as empresas de apostas on-line realizam um extenso trabalho de análise de dados para identificar os melhores clientes. As empresas veem quanto as pessoas estão apostando e tentam prever o que as fará gastar mais. Mas ele disse que as empresas de jogos de azar estão em uma posição delicada, porque seus melhores clientes também podem ter problemas com jogos de azar. "O problema não é o fato de terem acesso a esses dados, mas o que eles fazem com isso. Se você usar esses dados de uma forma prejudicial para os usuários, de maneira consciente ou não, isso se torna um problema sério", apontou Eccles, que agora administra um serviço de bate-papo para fãs de esportes.

Naik, um dos responsáveis por descobrir o uso indevido de dados pela empresa de consultoria política Cambridge Analytica, foi contatado no ano passado por Gregg, que buscava ajuda para obter cópias dos dados armazenados pelo Sky Bet e pelas empresas que fazem o perfil dos usuários.

Os dados a que ele e Naik tiveram acesso incluem 34 páginas que detalham o histórico financeiro de Gregg, obtido por uma empresa chamada CallCredit, que faz análise de fraudes e de identidades para o Sky Bet. O dossiê continha informações sobre suas contas bancárias, dívidas e hipotecas, com detalhes até sobre os pagamentos mensais. Em negrito, estava um empréstimo inadimplente, feito em março de 2019.

Outra empresa usada pelo Sky Bet, a Iovation, forneceu uma planilha com quase 19 mil campos de dados, incluindo números de identificação dos dispositivos usados por Gregg para fazer depósitos em sua conta no aplicativo de apostas e informações de rede sobre onde esses depósitos foram feitos.

A TransUnion, grande agência americana de pontuação de crédito, proprietária da CallCredit, da Signal e da Iovation, divulgou que respeita as leis de proteção de dados e que as plataformas de jogos de azar usam seus serviços de várias maneiras, inclusive para detectar fraude e lavagem de dinheiro.

O Reino Unido está na vanguarda das apostas on-line. Em 2020, o mercado de aplicativos de jogos de azar no Reino Unido chegou a US$ 7,3 bilhões, quase o dobro do segundo maior mercado, o Japão, de acordo com a Global Betting and Gaming Consultants, grupo de pesquisa do setor. Recentemente, quatro dos cinco principais aplicativos de esportes gratuitos da App Store da Apple no Reino Unido estavam relacionados a jogos de azar. As empresas possuem e patrocinam times de futebol e dominam a publicidade durante eventos esportivos televisionados.

O país está no centro do debate global sobre a regulamentação da nova geração de aplicativos de apostas. O governo iniciou uma revisão das leis que regulamentam os jogos de azar para debater novas regras para o uso de dados e para a realização de verificações de acessibilidade, de acordo com a agência responsável pela revisão.

Os legisladores deveriam aprovar novas regulamentações que permitam às empresas usar dados para detectar jogadores problemáticos, mas limitar como esses dados podem ser usados para marketing e outros objetivos comerciais, de acordo com James Noyes, pesquisador sênior da Social Market Foundation, think tank com sede em Londres. "Eles detectam seu padrão de aposta, aquilo de que você gosta e não gosta, suas tendências de gasto e a exposição ao risco. Coletam informações a seu respeito e depois usam isso contra você."

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  • FPF quer clubes a educar atletas sobre os perigos das apostas desportivas

    FPF quer clubes a educar atletas sobre os perigos das apostas desportivas

    foto Miguel Pereira/Global Imagens

    Num painel sobre as vantagens e desvantagens de reportar denúncias no desporto, falou-se sobre o trabalho no combate à manipulação de resultados decorrente das apostas desportivas

    A integrity officer da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Rute Soares, anunciou a pretensão de criar nos clubes uma figura responsável pela consciencialização dos perigos das apostas desportivas aos atletas dos vários escalões de formação.

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    "Há interesse por parte dos clubes de informar os atletas sobre a realidade das apostas desportivas e os seus perigos. O nosso objetivo é criar, nos próprios clubes, uma figura que dê formação a todos os escalões e nos ajude a educar e consciencializar os jogadores", disse.

    Num painel sobre as vantagens e desvantagens de reportar denúncias no desporto, que decorreu no ISCTE-IUL, Rute Soares falou ainda sobre o trabalho desenvolvido pela FPF no combate à manipulação de resultados decorrente das apostas desportivas.

    "As apostas em Portugal envolvem muitos milhões de euros. Não consideramos as apostas o 'mau da fita'. O mercado das apostas vive da competição, mas a competição não vive das apostas. Tentamos dizer aos atletas que o seu jogo é em campo e não podem apostar na sua modalidade. Se apostam ou não, infelizmente não conseguimos saber", explicou.

    José de Freitas, da unidade de integração da Federação Internacional de Ténis (ITF), confirmou não ter havido grande investimento nos torneios de menor categoria, que têm sido alvo de resultados viciados.

    "Não houve investimento nos torneios de menor categoria. Os jogadores tinham, por exemplo, de ir a casas de banho públicas e era fácil chegar a eles e manipular resultados", lamentou.

    O inspetor-chefe da Unidade Nacional de Combate à Corrupção, José Cunha Ribeiro, analisou as dificuldades relacionadas com as denúncias anónimas que chegam à polícia.

    "Temos o problema de garantir a confidencialidade do denunciante durante todo o processo e as ferramentas são escassas. Não existem recursos que nos permitam, por exemplo, ir ao estrangeiro buscar informação", revelou.

    O painel contou também com as presenças de Ingrid ​​​​​​​Beutler, do Comité Olímpico Internacional (COI), e de Fernando Paes Afonso, da Inovação e Tecnologia no Gaming.

    Dívidas, desespero e família levam jovens viciados em jogos online a pedir ajuda

    Dívidas, desespero e família levam jovens viciados em jogos online a pedir ajuda

    As reuniões dos Jogadores Anónimos ajudam viciados a parar de apostar

    As dívidas, o desespero e a pressão da família são a alavanca que leva jovens viciados no jogo online a pedir ajuda a especialistas, mas também aos Jogadores Anónimos, que acabam por ser uma “tábua de salvação” para muitos.

    A verdade faz-nos mais fortes

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    As dívidas, o desespero e a pressão da família são a alavanca que leva jovens viciados no jogo online a pedir ajuda a especialistas, mas também aos Jogadores Anónimos, que acabam por ser uma “tábua de salvação” para muitos.

    Depois de anos passados em frente a um computador a apostar online e a perderem tudo o que tinham António e João [nomes fictícios] decidiram que era hora de parar e pedir ajuda. João começou a jogar com 17 anos. Todos os dias acordava a pensar no jogo e por mais que tentasse parar não conseguia, contou à agência Lusa. Apesar disso, considerava-se “um jogador consciente”, porque nunca teve “a tentação de criar dívidas para alimentar o problema do jogo”.

    “Num dia colocava dez euros numa conta online que transformava em dez mil. O problema é que gostava de associar o risco ao valor do dinheiro que apostava e muitas vezes perdia numa só aposta o que tinha angariado numa semana”, contou o jovem. Jogou durante sete anos e hoje admite que foi um período “muito sufocante” - “mantém-se uma vida paralela, ninguém percebe. Os jogos online estão disponíveis 24 horas por dia e é um ritmo alucinante”.

    João pediu para ser impedido de jogar, mas não funcionou. “Excluía-me de um site e registava-me noutro”, além de haver sempre a possibilidade de revogar essa autoexclusão nas casas de apostas. “Tive muitas dificuldades em gerir o meu dinheiro e a minha vida. Cheguei a um ponto extremo”, confessou João, que apostava maioritariamente em jogos de ténis e futebol.

    Na altura, o jovem vivia com uma namorada e apercebeu-se que estava a destruir a relação com ela e com a família. “No meio do desespero a minha família procurou a ajuda de um psicólogo que me aconselhou a ir a uma reunião dos Jogadores Anónimos”, recordou. Foi nas reuniões dos Jogadores Anónimos que descobriu a solução para o seu problema. “Estou há dois anos sem jogar”, disse, com orgulho.

    Para João, o sucesso do programa baseia-se na partilha das histórias e na “forma como se estruturam as reuniões de modo a que todos falem sobre si, se identifiquem uns com os outros e tenham as melhores soluções para resolver os seus problemas”.

    “Um monstro” que “come a vida”

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    A história de João assemelha-se à de António, que parou de jogar há quatro meses. “Sou viciado no jogo, estou a tratar-me”, começou por contar à Lusa. “Sempre joguei nos jogos online mas com valores muito baixos. Em finais de 2015, apostei cerca 200 euros e comecei a ganhar. Cheguei a ter cerca de 3.000 euros”, disse António, de cerca de 30 anos.

    O pior aconteceu em 2016: “Perdi a grande banca que tinha a jogar sem parar. Foi o ano em que estourei a minha vida”, desabafou. Pediu várias vezes a autoexclusão nos sites internacionais onde jogava, mas continuavam a desafiá-lo para jogar. “Ainda na semana passada me ligaram a dizer que estavam a fazer um novo site e que tinha um bónus de 50%”.

    António nunca roubou, mas pedia emprestado para jogar. Endividou-se e hoje tem uma dívida para pagar. No início deste ano decidiu que tinha de parar. “Nesse dia, entrei lá outra vez, mas não apostei. Decidi que tinha acabado naquele momento e que tinha de pedir ajuda”, recordou.

    Falou com a família que o apoiou. “Neste momento, estou no fundo do poço, mas tenho uma escada rolante, vou subi-la e curar-me”, disse António, para quem o apoio dos Jogadores Anónimos é fundamental. “Nas reuniões ouço histórias piores do que as minhas e são elas que me dão muita força e me levam a pensar que parei tarde, mas que ainda fui tempo”, contou.

    António vê o vício como “um monstro” que “come a vida” dos jogadores e não morre. “Apenas adormece, não tem cura. Eu quero adormecê-lo para sempre”, disse, com convicção.

    Um casino dentro de casa

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    Durante muitos anos “Joana”, com cerca de 60 anos, jogou no casino e mais tarde online. Durante três semanas que apostou na internet gastou mais do que em três meses nas máquinas do casino. “Online é pior, porque o casino está dentro de casa”, disse Joana, que deixou de jogar há vários anos.

    À Lusa lamentou que o jogo patológico não seja visto em Portugal como uma doença, como está reconhecido pela Organização Mundial da Saúde, sublinhando que a taxa mais alta de suicídio a nível das adições é a do jogo.

    Mais de metade (60%) das pessoas que chegam ao Instituto de Apoio ao Jogador tem problemas de adição ao jogo online e são maioritariamente jovens.

    A “ruptura financeira” é o grande motor que os leva a pedir ajuda, segundo o coordenador do instituto, Pedro Hubert.

    Brasileiros criam app para apostas virtuais em jogos de futebol

    No exterior, casas de apostas movimentam fortunas com eventos esportivos, especialmente campeonatos de futebol. No Brasil, a atividade é ilegal, mas nada impede que se possa apostar de brincadeira, sem valer dinheiro. Essa é a proposta do Footbl, app em iOS criado por brasileiros. Lançado durante a Copa do Mundo e agora estendido para o Brasileirão, o aplicativo permite que os usuários apostem com uma moeda virtual nos resultados das partidas a cada rodada. Na versão atual, aposta-se apenas em quem vai ganhar ou se vai dar empate. Uma versão futura está sendo desenvolvida para incluir diversos campeonatos do mundo e também apostas em placares exatos.

    Cada usuário começa a brincadeira com 100 moedas virtuais. Ele pode apostar quantas quiser e nos jogos que bem entender. O app mostra em tempo real quanto cada partida está movimentando em apostas e quanto o usuário receberá de volta se acertar o resultado. O retorno varia de acordo com o volume de apostas para cada time. Ou seja: zebram geram mais lucro. Por exemplo, na próxima rodada do Brasileirão, quem apostar em uma vitória do Figueirense sobre o líder Cruzeiro em Minas Gerais receberá 15 moedas para cada uma apostada, enquanto quem optar por uma vitória do time mineiro ganhará apenas 1,15. A qualquer momento, por dentro do app, o usuário pode comprar um pacote com mais 100 moedas por US$ 0,99.

    "Hoje estamos com cerca de 4 mil apostadores por rodada, com o pote total girando em torno de $ 20 mil. É só o começo. Fora o crescimento orgânico, o legal do Footbl é a alta taxa de engajamento e retenção dos usuários: quem começa, segue usando. E ainda nem implementamos ciclo de push notifications. É viciante", relata Carlo Dapuzzo, um dos criadores do app, que estreou na App Store em 2 de julho. Um ranking mundial é atualizado ao fim de cada rodada, mas é possível criar também ligas particulares e convidar os amigos através do Facebook ou dentro do próprio Footbl.

    O app está disponível em português e em inglês. Uma versão para Android está em desenvolvimento.



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