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Jogo das apostas

Enrico NazaréAutor da publicação: Enrico Nazaré
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Agora jogar nas Loterias CAIXA ficou mais fácil!
O Aplicativo das Loterias CAIXA é gratuito para download e pode ser usado para realizar apostas nas Loterias da CAIXA, visualizar próximos sorteios, verificar resultados, conhecer a distribuição da arrecadação de loterias, marcar apostas favoritas e muito mais, tudo de forma conveniente e a qualquer hora, em qualquer lugar dentro do território nacional.

Para isso, basta ser maior de 18 anos, possuir um CPF válido e um cartão de crédito ativo. O serviço estará disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana. Porém, o horário de encerramento das apostas obedece à mesma regra das apostas registradas nas lotéricas e nos demais canais eletrônicos.

Com o aplicativo Loterias CAIXA você pode:
- Realizar apostas para todas as modalidades das Loterias CAIXA, com exceção da Loteria Federal, utilizando opções como apostas múltiplas, Surpresinha e Teimosinha. Com a Teimosinha, por exemplo, é possível programar as suas apostas para todo o mês, considerando o valor mínimo de compras de R$ 30,00;
- Consultar o histórico de apostas realizadas;
- Conferir o resultado dos concursos;
- Conferir se a aposta realizada pelo app foi premiada e iniciar o processo de resgate do prêmio;
- Conferir se os bilhetes comprados em Unidades Lotéricas estão premiados, por meio da leitura de código de barras;
- Customizar as suas apostas com o Rapidão;
- Acompanhar em tempo real a destinação da arrecadação das Loterias CAIXA;
- Conhecer o Programa de Jogo Responsável das Loterias CAIXA, um conjunto de medidas para promover educação e orientação para um jogo saudável. A CAIXA disponibiliza informações e orientações no telefone 0800-726-0207, Opção 7 (Loterias) – 3 (Jogo Responsável) e pelo site www.jogoresponsavel.br. Você também pode buscar informações nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) do Ministério da Saúde.

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Atenção: o que os aplicativos de aposta sabem sobre você

Atenção: o que os aplicativos de aposta sabem sobre você

Quando finalmente parou de fazer apostas, no fim de 2018, Gregg estava em uma situação financeira terrível. Além da hipoteca de US$ 150 mil de sua pequena casa no Reino Unido, ele havia perdido quase US$ 15 mil ao longo de nove meses de apostas incessantes e fizera dois empréstimos que totalizavam mais de US$ 70 mil. Agora, ele está em uma caçada para saber se seu aplicativo de jogo favorito, o Sky Bet, sabia de seus problemas e ainda assim tentou viciá-lo.

Os registros mostram que o Sky Bet tinha um verdadeiro dossiê de informações sobre Gregg. A empresa, ou um dos provedores de dados contratados para coletar informações sobre os usuários, tinha acesso a registros bancários, detalhes de hipotecas, coordenadas de localização e um retrato íntimo de seus hábitos de apostas em caça-níqueis e partidas de futebol.

Depois que Gregg parou de jogar, o software que fazia o perfil de dados do Sky Bet o rotulou como um cliente a "reconquistar". Recebeu e-mails oferecendo a chance de ganhar mais de US$ 40 mil em máquinas caça-níqueis, depois que o software de marketing percebeu que ele provavelmente os abriria. Um modelo preditivo chegou a estimar quanto ele valeria se começasse a jogar novamente: cerca de US$ 1.500.

Gregg aprendeu sobre os bastidores do rastreamento de dados depois de contratar um advogado e utilizar as leis de proteção de dados do Reino Unido, que exigem que as empresas compartilhem os dados pessoais que mantêm sobre os usuários. Ele queria saber se o Sky Bet havia traçado seu perfil e o tinha como alvo, mesmo enquanto ele tentava parar de fazer apostas.

Gregg compartilhou os documentos com a condição de que seu nome completo não fosse divulgado, por temer que os detalhes prejudicassem sua carreira e atrapalhassem o relacionamento com a família e os amigos. O Sky Bet, que se recusou a fazer comentários para este artigo, não contestou que os registros eram autênticos.

Conforme os aplicativos de jogos de azar explodem em popularidade no mundo todo, os documentos mostram até que ponto um dos aplicativos mais populares do setor de jogos de azar adotou algumas das técnicas de rastreamento e criação de perfil mais invasivas da internet. Segundo críticos do setor, em vez de os dados identificarem jogadores problemáticos como Gregg e ajudá-los, eles são usados para manter os apostadores viciados.

Nos aplicativos de jogos de azar, como o Sky Bet, fazer uma aposta é mais fácil que chamar um Uber. Muitas pessoas os veem como uma diversão inocente, mas, para um grupo de especialistas em vício em jogos de azar, ativistas de privacidade de dados e críticos do setor no Reino Unido – o maior mercado de jogos de azar do mundo –, os documentos são um alerta a apostadores e aos órgãos reguladores de países como os Estados Unidos, onde serviços semelhantes estão crescendo rapidamente. Mais de uma dúzia de estados, incluindo Nova Jersey, Nevada e Virgínia, agora permitem jogos de azar baseados em aplicativos.

Os críticos, que dizem que as empresas por trás dos aplicativos requerem mais supervisão, estão pedindo leis mais duras para identificar apostadores problemáticos e evitar que os dados sejam usados de forma fraudulenta e predatória.

"Onde quer que as empresas de jogos de azar operem, deve haver um entendimento real sobre como os dados são parte integrante do negócio. Quando começamos a olhar para dentro, como nesse caso, vemos como as vulnerabilidades são exploradas pelas plataformas", afirmou Ravi Naik, o advogado londrino responsável por obter os dados de Gregg.

Gregg no Reino Unido (Jaime Molina/The New York Times)

Naik observou que os dados obtidos até agora são apenas uma peça do quebra-cabeça. Ele entrou com ações legais adicionais no Reino Unido para descobrir mais detalhes sobre o que as empresas de apostas fazem com os dados coletados, e se esses dados são usados para personalizar ofertas e criar outros incentivos para atrair clientes, particularmente os apostadores mais vulneráveis. Um relatório da Câmara dos Lordes, publicado no ano passado, revelou que 60 por cento dos lucros do setor viveram dos cinco por cento de clientes considerados "apostadores problemáticos" ou em risco de se tornar. "Estamos tentando ampliar a transparência. Os advogados não deviam ter tanto trabalho para descobrir o que está acontecendo", comentou Naik.

O Sky Bet foi o aplicativo de apostas mais popular do Reino Unido no ano passado, baixado cerca de 140 mil vezes por mês, de acordo com a empresa de pesquisa de mercado Apptopia. Anteriormente controlado pelo Sky, o conglomerado midiático de Rupert Murdoch no Reino Unido, o aplicativo pertence agora à Flutter Entertainment, que possui uma série de aplicativos de cassino e faturou cerca de US$ 7,4 bilhões no ano passado.

A Flutter, assim como o Sky Bet, não quis fazer comentários. Na política de privacidade da Sky Bet, que tem mais de dez mil palavras, a empresa diz que coleta informações pessoais, incluindo histórico de navegação, gastos, dados demográficos e informações comportamentais, como os esportes nos quais uma pessoa gosta de apostar. Os dados, que podem ser compartilhados com pelo menos 12 serviços de jogos de azar que pertencem à Flutter, são usados para marketing e personalização, enquanto as informações financeiras são coletadas para proteção contra lavagem de dinheiro e fraude, de acordo com o documento.

Em pelo menos oito trechos da política de privacidade, a empresa sugere que os usuários que não querem ter todos esses dados coletados "não utilizem nossos serviços e fechem sua conta".

Nigel Eccles, ex-CEO da FanDuel, que pertence atualmente à Flutter e é um dos maiores aplicativos de jogos de azar dos Estados Unidos, disse que as empresas de apostas on-line realizam um extenso trabalho de análise de dados para identificar os melhores clientes. As empresas veem quanto as pessoas estão apostando e tentam prever o que as fará gastar mais. Mas ele disse que as empresas de jogos de azar estão em uma posição delicada, porque seus melhores clientes também podem ter problemas com jogos de azar. "O problema não é o fato de terem acesso a esses dados, mas o que eles fazem com isso. Se você usar esses dados de uma forma prejudicial para os usuários, de maneira consciente ou não, isso se torna um problema sério", apontou Eccles, que agora administra um serviço de bate-papo para fãs de esportes.

Naik, um dos responsáveis por descobrir o uso indevido de dados pela empresa de consultoria política Cambridge Analytica, foi contatado no ano passado por Gregg, que buscava ajuda para obter cópias dos dados armazenados pelo Sky Bet e pelas empresas que fazem o perfil dos usuários.

Os dados a que ele e Naik tiveram acesso incluem 34 páginas que detalham o histórico financeiro de Gregg, obtido por uma empresa chamada CallCredit, que faz análise de fraudes e de identidades para o Sky Bet. O dossiê continha informações sobre suas contas bancárias, dívidas e hipotecas, com detalhes até sobre os pagamentos mensais. Em negrito, estava um empréstimo inadimplente, feito em março de 2019.

Outra empresa usada pelo Sky Bet, a Iovation, forneceu uma planilha com quase 19 mil campos de dados, incluindo números de identificação dos dispositivos usados por Gregg para fazer depósitos em sua conta no aplicativo de apostas e informações de rede sobre onde esses depósitos foram feitos.

A TransUnion, grande agência americana de pontuação de crédito, proprietária da CallCredit, da Signal e da Iovation, divulgou que respeita as leis de proteção de dados e que as plataformas de jogos de azar usam seus serviços de várias maneiras, inclusive para detectar fraude e lavagem de dinheiro.

O Reino Unido está na vanguarda das apostas on-line. Em 2020, o mercado de aplicativos de jogos de azar no Reino Unido chegou a US$ 7,3 bilhões, quase o dobro do segundo maior mercado, o Japão, de acordo com a Global Betting and Gaming Consultants, grupo de pesquisa do setor. Recentemente, quatro dos cinco principais aplicativos de esportes gratuitos da App Store da Apple no Reino Unido estavam relacionados a jogos de azar. As empresas possuem e patrocinam times de futebol e dominam a publicidade durante eventos esportivos televisionados.

O país está no centro do debate global sobre a regulamentação da nova geração de aplicativos de apostas. O governo iniciou uma revisão das leis que regulamentam os jogos de azar para debater novas regras para o uso de dados e para a realização de verificações de acessibilidade, de acordo com a agência responsável pela revisão.

Os legisladores deveriam aprovar novas regulamentações que permitam às empresas usar dados para detectar jogadores problemáticos, mas limitar como esses dados podem ser usados para marketing e outros objetivos comerciais, de acordo com James Noyes, pesquisador sênior da Social Market Foundation, think tank com sede em Londres. "Eles detectam seu padrão de aposta, aquilo de que você gosta e não gosta, suas tendências de gasto e a exposição ao risco. Coletam informações a seu respeito e depois usam isso contra você."

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    Tribuna Expresso

    Acórdão é conhecido esta sexta-feira. O Ministério Público pede penas de prisão efetivas para seis dos 27 suspeitos, entre eles atletas do Oriental, Oliveirense, Penafiel e Académico de Viseu

    Entre os 27 acusados da Operação Jogo Duplo existem vários jogadores mas também treinadores, empresários e um clube

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    Depois de dois adiamentos, o acórdão do julgamento do caso Jogo Duplo vai ser lido esta sexta-feira, 31 de janeiro, às 14h, no Campus da Justiça. Em tribunal estão antigos jogadores do Oriental, Oliveirense, Penafiel e Académico de Viseu e ainda dirigentes, empresários e pessoas ligadas ao negócio das apostas desportivas. São 27 arguidos suspeitos de viciação de resultados em jogos de futebol na II Liga.

    O caso remonta a 2015 e 2016, quando um grupo de atletas e dirigentes da II Liga terá sido aliciado por empresários malaios para fabricarem resultados. Há vídeos no YouTube que revelam exibições risíveis de alguns destes arguidos. O Ministério Público pede penas de prisão efetivas para seis dos 27 suspeitos, entre eles atletas do Oriental, Oliveirense, Penafiel e Académico de Viseu. Os procuradores não têm dúvidas de que Carlos Silva, Gustavo Oliveira e Rui Dolores formaram "a cúpula da organização criminosa" em Portugal, e que eram estes três arguidos que mantinham os "contactos com os investidores malaios, que traziam o dinheiro para Portugal", para obter lucros com "apostas fraudulentas e manipulação de resultados".

    Em causa estão crimes de associação criminosa em competição desportiva, corrupção ativa e passiva em competição desportiva e apostas desportivas à cota de base territorial fraudulentas. O Oriental, um dos clubes mais afetados no caso, quer ser indemnizado em mais de um milhão de euros pelos danos causados pelas apostas ilegais.

    O clube acabou por descer de divisão devido aos maus resultados.

    Algumas defesas pediram a nulidade das escutas telefónicas, o principal meio de prova na investigação, alegando que foram retiradas por um técnico especialista adjunto e não por um técnico superior, como manda a lei. Pedem por isso a absolvição dos arguidos e recusam pagar qualquer indemnização ao clube lisboeta.

    O caso é, aparentemente, a ponta do icebergue no negócio ilegal das apostas desportivas. As autoridades estão "mais do que nunca" atentas ao fenómeno do match fixing, principalmente depois do estrondo causado pelo Jogo Duplo, em 2016. E os alvos são os clubes mais pequenos das distritais.

    Nos últimos três anos, vários empresários chineses e sul-americanos, nomeadamente da Argentina, têm entrado com dinheiro em sociedades anónimas desportivas e feito parte de administrações de coletividades amadoras. "É uma espécie de mundo fantasma. Dado serem clubes de pequena dimensão passam facilmente despercebidos às autoridades. Ao contrário do que acontece nos emblemas das principais ligas", salienta Joaquim Evangelista, presidente do Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol.

    Este dirigente está especialmente atento a clubes que alinham em campeonatos das associações de Lisboa, do Porto e de Setúbal. De acordo com dados consultados pelo Expresso, cerca de dez emblemas ficaram nas mãos de empresários oriundos destes países nos últimos anos. Alguns clubes militam há décadas nas distritais, outros no Campeonato de Portugal (a antiga terceira divisão), todos longe dos holofotes.

    Um destes empresários detém pelo menos dois clubes numa destas ligas secundárias. A compra e venda de jogadores passa quase exclusivamente pelo mercado asiático e basta olhar para a fotografia do plantel principal para perceber que os atletas portugueses estão em franca minoria. Um outro clube conheceu um resultado estranho, uma derrota por 10 a 0, pouco tempo após a aquisição da SAD por um grupo sul-americano. Também há dois casos de investidores argentinos que não passaram mais de duas temporadas em Portugal, tendo deixado o país no final da última época.

    "Estes estrangeiros usam um testa de ferro português e procuram clubes que mais ninguém quer, sobretudo em países pequenos como Portugal.
    Clubes que nunca deram lucros nem benefícios aos seus dirigentes", lembra Evangelista.

    Obter "lucros astronómicos" no mercado asiático das apostas é, de acordo com várias fontes ouvidas pelo Expresso, o objetivo secreto destes empresários, que publicamente garantem que o seu interesse é apostar em novos jogadores e vendê-los a clubes grandes, portugueses e estrangeiros.

    Na China ou na Malásia, os dois exemplos mais citados pelas fontes contactadas pelo Expresso, é possível fazerem-se apostas em campeonatos amadores, em jogos não oficiais e até em partidas que não se sabe bem se se realizaram. De qualquer ponto do planeta. Portugal conta no currículo com um destes jogos fantasmas: no verão de 2014, a Liga Espanhola denunciou um falso amigável entre a equipa do Freamunde e a espanhola Ponferradina. Calendarizado para a pré-época, o jogo, que nunca foi disputado, constava nos boletins das casas de apostas. "O nosso receio é que este tipo de corrupção nas ligas secundárias venha a contaminar os campeonatos profissionais, de baixo para cima", adverte Joaquim Evangelista.

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