X 22bet

Site de jogos de futebol apostas

Enrico NazaréAutor da publicação: Enrico Nazaré

Para se ter uma ideia, mais da metade dos clubes da Série A do Campeonato Brasileiro tiveram suas camisas estampadas por sites e casas de apostas em 2019. Só sete equipes terminaram o ano sem o patrocínio de uma dessas empresas. Para 2020, até o momento, apenas Athlético/PR, Atlético/MG, Ceará, Fluminense, Grêmio, Internacional e Palmeiras não possuem nenhum acordo de patrocínio com empresas do setor.

A realidade se estende também a outras divisões do futebol nacional e diversas regiões. Uma das empresas que mais recentemente chegou ao mercado do futebol brasileiro foi a BetWarrior Brasil, parceira do Remo e do Paysandu, ambos do Pará, que disputam a Série C.

A expectativa da empresa, que é nova no mercado, é ampliar ainda mais sua atuação nos próximos anos, e as perspectivas são mais do que positivas. “O Brasil é um mercado muito importante para a indústria de jogos online em geral e, nos últimos anos, tornou-se referência na região. Existem muitas expectativas sobre o potencial de desenvolvimento desse mercado nos próximos 2/3 anos, não apenas por seu volume, mas também em nível cultural, uma vez que entretenimento, esportes em geral e principalmente o futebol formam parte da cultura do Brasil, tornando-o um potencial líder mundial em apostas esportivas”, afirma José del Pino, CEO Latam da BetWarrior, em entrevista à Games Magazine.

Regulamentação

O grande marco dessa movimentação de empresas do setor de apostas no brasil começou em dezembro de 2018, com a promulgação da Lei 13.756/18 pelo então presidente da República, Michel Temer, que permitiu a legalização de jogos e apostas na modalidade quota fixa, além da liberação de ações de comunicação, publicidade e marketing.

A partir daí, as casas de apostas de todo o mundo encontraram uma enorme oportunidade de investimento e retorno, uma vez que o futebol brasileiro movimenta cerca de R$ 4 bilhões por ano em casas de apostas.

A expectativa é que haja ainda mais avanços na regulamentação das apostas no brasil pelo Governo Federal em 2020, o que deve inflamar o mercado e atrair mais empresas. Uma das expectativas é de que as casas de apostas possam constituir pessoa jurídica no país, tirando a obrigatoriedade de serem administradas pela Caixa Econômica Federal.

Casas de apostas dominam futebol internacional

O movimento que está praticamente engatinhando no Brasil já é uma realidade no futebol europeu há bastante tempo. Na Premier League, por exemplo, metade dos clubes têm sua camisa estampada por casas de apostas como principal patrocinadores. São eles Aston Villa, Bournemouth, Burnley, Crystal Palace, Everton, Newcastle, Norwich, Watford, West Ham e Wolverhampton.

Na Espanha, o número é ainda maior: dos 20 clubes da primeira divisão, apenas um, a Real Sociedad, não possui nenhum tipo de acordo de patrocínio com alguma casa de aposta, sendo sete como patrocínio master.

Embora alguns países, como a Itália, travem uma guerra com as empresas do setor e não permitam a publicidade de casas de apostas na camisa dos clubes, a tendência mundial é que empresas como a BetWarrior dominem ainda mais os patrocínios no futebol. E pelo jeito não será diferente com o Brasil.

Dívidas, desespero e família levam jovens viciados em jogos online a pedir ajuda

Dívidas, desespero e família levam jovens viciados em jogos online a pedir ajuda

As reuniões dos Jogadores Anónimos ajudam viciados a parar de apostar

As dívidas, o desespero e a pressão da família são a alavanca que leva jovens viciados no jogo online a pedir ajuda a especialistas, mas também aos Jogadores Anónimos, que acabam por ser uma “tábua de salvação” para muitos.

A verdade faz-nos mais fortes

Das guerras aos desastres ambientais, da economia às ameaças epidémicas, quando os dias são de incerteza, o jornalismo do Público torna-se o porto de abrigo para os portugueses que querem pensar melhor. Juntos vemos melhor. Dê força à informação responsável que o ajuda entender o mundo, a pensar e decidir.

As dívidas, o desespero e a pressão da família são a alavanca que leva jovens viciados no jogo online a pedir ajuda a especialistas, mas também aos Jogadores Anónimos, que acabam por ser uma “tábua de salvação” para muitos.

Depois de anos passados em frente a um computador a apostar online e a perderem tudo o que tinham António e João [nomes fictícios] decidiram que era hora de parar e pedir ajuda. João começou a jogar com 17 anos. Todos os dias acordava a pensar no jogo e por mais que tentasse parar não conseguia, contou à agência Lusa. Apesar disso, considerava-se “um jogador consciente”, porque nunca teve “a tentação de criar dívidas para alimentar o problema do jogo”.

“Num dia colocava dez euros numa conta online que transformava em dez mil. O problema é que gostava de associar o risco ao valor do dinheiro que apostava e muitas vezes perdia numa só aposta o que tinha angariado numa semana”, contou o jovem. Jogou durante sete anos e hoje admite que foi um período “muito sufocante” - “mantém-se uma vida paralela, ninguém percebe. Os jogos online estão disponíveis 24 horas por dia e é um ritmo alucinante”.

João pediu para ser impedido de jogar, mas não funcionou. “Excluía-me de um site e registava-me noutro”, além de haver sempre a possibilidade de revogar essa autoexclusão nas casas de apostas. “Tive muitas dificuldades em gerir o meu dinheiro e a minha vida. Cheguei a um ponto extremo”, confessou João, que apostava maioritariamente em jogos de ténis e futebol.

Na altura, o jovem vivia com uma namorada e apercebeu-se que estava a destruir a relação com ela e com a família. “No meio do desespero a minha família procurou a ajuda de um psicólogo que me aconselhou a ir a uma reunião dos Jogadores Anónimos”, recordou. Foi nas reuniões dos Jogadores Anónimos que descobriu a solução para o seu problema. “Estou há dois anos sem jogar”, disse, com orgulho.

Para João, o sucesso do programa baseia-se na partilha das histórias e na “forma como se estruturam as reuniões de modo a que todos falem sobre si, se identifiquem uns com os outros e tenham as melhores soluções para resolver os seus problemas”.

“Um monstro” que “come a vida”

“Um monstro” que “come a vida”

A história de João assemelha-se à de António, que parou de jogar há quatro meses. “Sou viciado no jogo, estou a tratar-me”, começou por contar à Lusa. “Sempre joguei nos jogos online mas com valores muito baixos. Em finais de 2015, apostei cerca 200 euros e comecei a ganhar. Cheguei a ter cerca de 3.000 euros”, disse António, de cerca de 30 anos.

O pior aconteceu em 2016: “Perdi a grande banca que tinha a jogar sem parar. Foi o ano em que estourei a minha vida”, desabafou. Pediu várias vezes a autoexclusão nos sites internacionais onde jogava, mas continuavam a desafiá-lo para jogar. “Ainda na semana passada me ligaram a dizer que estavam a fazer um novo site e que tinha um bónus de 50%”.

António nunca roubou, mas pedia emprestado para jogar. Endividou-se e hoje tem uma dívida para pagar. No início deste ano decidiu que tinha de parar. “Nesse dia, entrei lá outra vez, mas não apostei. Decidi que tinha acabado naquele momento e que tinha de pedir ajuda”, recordou.

Falou com a família que o apoiou. “Neste momento, estou no fundo do poço, mas tenho uma escada rolante, vou subi-la e curar-me”, disse António, para quem o apoio dos Jogadores Anónimos é fundamental. “Nas reuniões ouço histórias piores do que as minhas e são elas que me dão muita força e me levam a pensar que parei tarde, mas que ainda fui tempo”, contou.

António vê o vício como “um monstro” que “come a vida” dos jogadores e não morre. “Apenas adormece, não tem cura. Eu quero adormecê-lo para sempre”, disse, com convicção.

Um casino dentro de casa

Um casino dentro de casa

Durante muitos anos “Joana”, com cerca de 60 anos, jogou no casino e mais tarde online. Durante três semanas que apostou na internet gastou mais do que em três meses nas máquinas do casino. “Online é pior, porque o casino está dentro de casa”, disse Joana, que deixou de jogar há vários anos.

À Lusa lamentou que o jogo patológico não seja visto em Portugal como uma doença, como está reconhecido pela Organização Mundial da Saúde, sublinhando que a taxa mais alta de suicídio a nível das adições é a do jogo.

Mais de metade (60%) das pessoas que chegam ao Instituto de Apoio ao Jogador tem problemas de adição ao jogo online e são maioritariamente jovens.

A “ruptura financeira” é o grande motor que os leva a pedir ajuda, segundo o coordenador do instituto, Pedro Hubert.

Economia

Economia

Colaboração para o UOL, em São Paulo

Não é difícil que, ao ligar a TV, você veja uma propaganda de algum site de apostas esportivas. As inserções, principalmente em canais do ramo, já são comuns no país e falam diretamente a um público interessado em "tentar a sorte" e adivinhar os resultados.

O mercado brasileiro se mostra promissor. Por ano, são movimentados cerca de R$ 4 bilhões no Brasil, em mais de 500 sites que oferecem apostas de jogos esportivos brasileiros, de acordo com um estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV) encomendado pela Caixa.

O processo de apostas é simples. Geralmente, basta ao interessado fazer o registro e depositar qualquer valor por boleto bancário ou transferência por diversos meios de pagamento eletrônico. Logo sua conta será gerada com o valor do depósito inicial.

Feito isso, o apostador poderá tentar adivinhar o resultado de qualquer jogo de futebol ou diversos outros esportes (como MMA, basquete e até tênis de mesa) com o mote de quanto maior o risco, maior o retorno. Ou seja, quanto mais improvável for o resultado, maior é a recompensa em caso de acerto.

Contravenção penal

Mas tentar ganhar dinheiro fácil com apostas pode criar um grande problema. A polêmica é que, caso o site provedor das apostas esteja hospedado no Brasil, colocar dinheiro para tentar adivinhar o resultado dos jogos pode ser considerado uma contravenção penal.

A lei brasileira considera lícito apenas os jogos administrados pela Caixa, além de apostas em corridas de cavalo no jóquei. Qualquer outra aposta não regulamentada pelo banco estatal é considerada infração.

"A discussão em relação aos jogos de apostas virtuais é de onde está a banca, ou seja, onde você aposta seu dinheiro. Isso porque existem diversos sites de apostas mundiais onde brasileiros ou gente de todo mundo joga", disse o advogado criminalista Jair Jaloreto.

De acordo com ele, é dessa forma que sites como Sportingbet, BET360 ou 188BET, os maiores em atuação no Brasil, conseguem fugir da lei brasileira ao hospedar suas bancas em outros países cujas legislações legalizam esse tipo de jogo.

"A manutenção de um site desses no Brasil, para mim, é contravenção penal", afirmou. "Mas, se a aposta é feita no exterior, mesmo que o evento esteja no Brasil, a operação é considerada como feita fora daqui. Portanto, se estiver em um país que libere, eu não entendo que isso seja ilícito", disse.

Dessa forma, o entendimento atual é de que o apostador que realizar seus palpites em um site registrado fora do Brasil não estará cometendo crime ou qualquer tipo de contravenção penal.

O jogador também deve tomar cuidado caso ganhe dinheiro de um site estrangeiro. Por isso deve sempre declarar à Receita Federal o valor recebido em apostas.

"Pode ser considerado um crime de evasão de divisas receber valores lá fora e não declarar. Exemplo: se você ganhou R$ 300 mil lá fora, você tem de declarar e pagar imposto sobre isso. Dessa forma, o dinheiro fica lícito", afirmou o advogado.

Riscos

A facilidade, contudo, não quer dizer que as apostas online em bolsas esportivas não tragam riscos aos palpiteiros. Além do perigo normal e previsível (de errar o palpite e perder todo o capital), há também a ameaça do calote.

Na 13ª rodada do Campeonato Brasileiro do ano passado, por exemplo, oito dos dez jogos acabaram tendo os visitantes como vencedores. Isso quase quebrou a banca de algumas casas de apostas que não conseguiram honrar seus pagamentos.

"Essa rodada específica gerou premiações muito altas, e os apostadores ficaram sem receber", disse Pedro Tengrouse, professor da FGV e um dos autores do estudo sobre os jogos de azar esportivos.

Segundo Tengrouse, o calote acontece porque, sem a liberação desse tipo de jogo, o apostador fica sem ter a quem recorrer. Além disso, sem fiscalização, fica mais difícil controlar fraudes esportivas, como a manipulação de resultados, por exemplo.

"A falta de regulamentação coloca em risco a legalidade do esporte e a economia popular, pois os apostadores não têm nenhuma proteção", declarou.

"O esporte fica à mercê da máfia das apostas porque, sem monitoramento, você não consegue combater a manipulação dos resultados", disse.

A CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) do Senado rejeitou neste ano a aprovação do projeto de lei (PLS 186/2014) que visa à exploração de bingos, jogo do bicho, videojogo e outras modalidades de apostas de forma legal.

Antes, a CEDN (Comissão Especial do Desenvolvimento Nacional) havia aprovado a regulamentação da mesma lei. Cabe agora ao plenário da Casa votar o projeto assim que ele for colocado em votação, mas não há previsão para que isso ocorra.

Se não sabe responder a estas 5 questões, será muito difícil ficar rico

Apostas desportivas online para iniciantes: O que são Odds?

Cada vez existem mais pessoas a apostar online, no entanto é bastante normal que no início não saibam ao certo como tudo se processa e quais os termos mais utilizados nesta nova moda.

Dando continuidade a esta rubrica de Apostas desportivas para iniciantes, vamos explicar o que são Odds (um termo vulgarmente utilizado neste âmbito) e como é que as mesmas funcionam.

O que são as Odds?

As Odds são cotações dadas a determinado jogo, ou seja, de forma simples elas designam as probabilidades de um determinado evento ocorrer. Existem números que representam essa probabilidade, e que ao mesmo tempo indicam qual o valor que poderá ganhar ao realizar determinada aposta.

Por exemplo, numa casa de apostas tradicional, as Odds são calculadas por especialistas e são previstas tendo por base diversos dados estatísticos como: informações sobre a equipa, dados sobre os jogos ou eventos.

No entanto, se estivermos a falar de bolsas de apostas as mesmas funcionam de forma diferente. Neste caso, o valor das probabilidades é definido tendo em conta o volume de apostas realizadas entre os diversos jogadores, sendo assim, é a própria comunidade de apostadores que direta ou indiretamente define o valor das Odds. (Neste momento Fevereiro de 2017 a legislação ainda não contempla a possibilidade de operar em Bolsas de Apostas).

Por norma, na bolsa de apostas, o valor da Odd é inversamente proporcional à probabilidade de vitória (ou seja, se apostar numa equipa que tenha uma Odd baixa, tem uma maior probabilidade de ganhar).

Veja alguns exemplos:

Quando alguém realiza uma aposta desportiva em futebol, existem apenas 3 resultados possíveis: vitória, empate ou derrota, e isto traduz-se da seguinte forma (tendo em conta clubes de futebol da 1ª liga):

  • Sporting – 2,3€ (2,3€ é o valor da odd)
  • Empate – 3€ (3€ é o valor da odd)
  • Arouca – 4,5€ (4,5€ é o valor da odd).

Imagine que o valor da sua aposta são 15€, os resultados possíveis são:

  • Se apostar no Sporting – 15€ x 2,3€ = 34,5€ (ganha 34,5€);
  • Se apostar no empate – 15 x 3 = 45€ (ganha 45€)
  • Se apostar no Arouca – 15 x 4,5 = 67,5€ (ganha 67,5€)

Como pode ver (e tal como mencionamos anteriormente) quando maior a probabilidade de ganhar, menor é o valor que é atribuído às Odds.

É importante salientar que se apostar no Sporting, mas ele perder ou empatar, vai perder os seus 15€, por isso é que é muito importante que ao colocar uma aposta numa determinada Odd, o seu valor não exceda os 10% do valor total que tem na sua conta da plataforma onde está a apostar. Principalmente se for iniciante, é preferível começar lentamente.

Sempre que possível, tente acompanhar os jogos em direto, pois desta forma consegue minimizar os riscos das apostas que faz (apostando ao vivo), dessa forma a sua leitura sobre o jogo, permitirá tirar ilações que antes do jogo, poderiam não ir de encontro com a sua análise.

Embora em Portugal o tipo de Odds mais comum seja a Odd Decimal/Europeia (em que os valores são inteiros e em euros), existem por todo o mundo diversos tipos, sendo as mais utilizadas as seguintes:

  • Odd Fracionária ou Inglesa (é comum na bolsa de apostas britânica);
  • Odd Americana (é comum na bolsa de apostas americana);

Classificação de Odds

Ao contrário do que muitos apostadores iniciantes acham, nem todas as Odds são boas para realizar apostas. Assim sendo, podemos dizer que existem algumas demasiado baixas (são aquelas em que o valor passível de ser ganho não compensa os riscos de realizar uma aposta) que devem ser evitadas.

Quando a Odd for demasiado baixa, é importante ponderar muito bem se valerá a pena a realização da aposta, uma vez que terá de apostar um valor muito alto para que consiga ter um lucro minimamente alto (além de que, se perder a aposta, as perdas têm tendência a ser muito superiores a todos os ganhos).

É claro que no início poderá ser uma boa opção até compreender todas as regras e modo de funcionamento das apostas, no entanto no futuro, evite-as.

Assim sendo, podemos classificar as Odds da seguinte forma:

  • Entre 1,01 e 1,14 – Odds muito baixas
  • Entre 1,15 e 1,49 – Odds baixas
  • Entre 1,50 e 1,99 – Odds médias
  • Superior a 2 – Odds altas

Não numa fase inicial, mas após se ter habituado à plataforma, o ideal é realizar apostas em Odds médias ou altas, uma vez que nestes casos o risco da aposta compensa os potenciais ganhos.

Se se está a iniciar nas apostas desportivas online, leia bastante sobre o tema, de forma a conseguir ter lucros logo de início.

Boas apostas! Uns dias ganhamos, outro aprendemos.

Este artigo tem mais de um ano e por isso a informação poderá estar desatualizada



Publicar comentário
Interessante
31-07-2021
Baixar esportenetvip.bet
Baixar esportenetvip.bet

esportenetvip betsgol bets bets Now it will be very easy to know if you have won or lost a bet so you can see the scores of live matches...

01-06-2021
Líder isolado do Espanhol, Atlético de Madrid joga para manter distância
Líder isolado do Espanhol, Atlético de Madrid joga para manter distância

Único clube a interromper a hegemonia de Real Madrid e Barcelona no Campeonato Espanhol nos últimos 10 anos, o Atlético de Madrid tem um importante passo neste domingo (04) para seguir na busca por mais título da La Liga...

11-05-2021
Impostos apostas online
Impostos apostas online

Encerrou-se no final de setembro uma consulta pública do Ministério da Economia sobre apostas esportivas...

23-08-2021
TipsPro vem revolucionar o mercado de apostas brasileiro com novo lançamento
TipsPro vem revolucionar o mercado de apostas brasileiro com novo lançamento

Dos campos do Maracanã ao Pacaembu, quem não quer estar preparado para saber todas as dicas diárias e estatísticas do futebol? Para os amantes do mundo das apostas esportivas, o “TipsPro”, é um serviço que vem para revolucionar o mercado brasileiro...