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Enrico NazaréAutor da publicação: Enrico Nazaré

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Onde apostar em torneios de eSports?

Se és um aficionado por videojogos, saberás que existem sites de apostas onde podes tentar a tua sorte e ganhar algum dinheiro extra com a habilidade dos maiores gamers do mercado do entretenimento de jogos multiplayer online.

Nestes sites de apostas, é possível apostar em quem sairá vencedor de torneios de jogos de computador de eSports, como o CS GO, League of Legends (comumente designado por LoL), Fortnite ou Overwatch. Assim, não só podes torcer pelo teu jogador ou equipa favoritos, como ainda podes sair a ganhar com a sua vitória.

O que é isto do eSports?

Uma febre coreana que já se espalhou pelo mundo

Para quem não faz a menor ideia do que estamos a falar: o mercado dos desportos virtuais de competição (designados de eSports, desportos eletrónicos ou ciberdesporto) é um mercado em crescimento em todo o mundo e que tem já milhões de adeptos. O eSport, ao contrário do que o nome possa indicar, consiste em campeonatos individuais ou em equipa de diversos videojogos.

Os torneios de eSports mais populares são Dota 2, Counter-Strike: Global Offensive (CS:GO), Fortnite, League of Legends e PlayerUnknown’s Battlegrounds (PUBG). Os prémios que as equipas de gamers ou os gamers profissionais individualmente podem ganhar nestes torneios ascende aos 40 milhões de dólares. E não, não se tratam somente de torneios ou campeonatos online, uma vez que existem etapas destes torneios que são jogadas ao vivo e que enchem salas de espetáculo com milhões de adeptos na audiência.

Estes torneios profissionalizaram-se de tal forma que os seus jogadores conseguem vistos desportivos, entregues até aqui apenas a atletas desportivos, para poderem participar nos torneios. E até já existem comentadores especializados.

Esta não é uma febre que começou agora. Na verdade, os videojogos sempre foram uma receita de sucesso, e, desde o seu aparecimento e generalização comercial, que fazem as delícias dos jovens e de muitos adultos. Quem não ficou viciado no Tetris que atire a primeira pedra, certo?

Contudo, a sua expansão em massa e que proporcionou o desenvolvimento dos eSports foi, sem dúvida, a democratização do acesso à Internet, com o aparecimento de novas formas de divulgação comercial, como os canais de Youtube de gamers e influenciadores que são vistos por milhões de pessoas, e que, por sua vez, seguem religiosamente os seus conselhos e reproduzem todos os seus passos.

A febre do eSports é já tão grande que existem variadíssimos clubes de futebol que têm a sua equipa virtual de jogadores profissionais: em Portugal, os clubes onde se praticam eSports vão desde o Sporting Clube de Portugal ao Académica de Coimbra.

A massificação em todo o mundo de adeptos de videojogos levou ao aparecimento de torneios e campeonatos profissionais, o que, por sua vez, despertou interesse das plataformas de apostas online, que passaram a disponibilizar a possibilidade de apostar nos vencedores de eSports, tal como fazem para os demais desportos ditos tradicionais. Mas como será esta situação vista pela comunidade de gamers e jogadores profissionais?

Podes ganhar dinheiro a apostar no eSports?

Apostar ou não apostar? Eis a questão!

Sim, podes. Esta é, contudo, uma temática polémica no seio da comunidade gamer ao redor do mundo: és ou não um verdadeiro gamer se apostares em site de apostas online? É ou não aceitável divulgar sites, no teu canal de Youtube, onde se possa apostar online no jogador profissional que achas que vai vencer um dos torneios do ano? Segundo o que conseguimos, apurar existem duas ações distintas e que são aceites de forma diferente:

  • Um gamer ou um influenciador, adulto, que faça apostas online na sua equipa favorita ou no seu jogador profissional favorito: é bem aceite, porque nenhuma destas ações vai contra a lei e, por isso, não é mal vista dentro da comunidade gamer;
  • Um gamer ou um influencer que divulgue sites de apostas online ou formas de apostar online em eSports: não é bem aceite pela comunidade, tendo em conta que o público destes é maioritariamente menor de idade, altamente influenciado pelas suas ações e ainda sem responsabilidade suficiente para compreender questões legais relativas a estas temáticas.

Em Portugal podemos apostar em eSports?

Que sites oferecem estes serviços?

Ainda que o Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos (SRIJ) não se tenha pronunciado sobre a legalização deste tipo de apostas ou sequer introduzido qualquer alteração à lei das apostas em Portugal com a finalidade de legalizar apostas em eSports, existem já alguns sites que as disponibilizam.

Contudo, nenhuma destas plataformas de apostas online se encontra regulamentada pela SRIJ. Estes são os sites onde podes apostar em eSports em Portugal: 1xbet, 22bet, Lsbet, Bettilt, Betwinner, Reloadbet, Betworld, Pinnacle, Marsbet e Slbet.

Agora que já sabes o básico sobre eSports, aconselhamos-te a jogar um pouco de cada um dos videojogos em que podes apostar, de modo a que possas compreender melhor do que na realidade se trata. E assim que te sintas preparado, tenta a tua sorte como gamer, apostador ou assiste simplesmente a um campeonato de eSports ao vivo. Depois de sentires a adrenalina que isso te pode trazer, vais conseguir compreender esta febre mundial. Boa sorte!

Ora então tomem lá disto, parece dizer Seferovic

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Então, disse Pepa ao árbitro:
- Estás a estragar o jogo para quê, pá?
É uma boa pergunta, embora o melhor teria sido fazê-la a Eustáquio cujo pisão a Weigl escorregou da canela até ao pé, levou o VAR a intervir e a Hugo Miguel trocar um cartão amarelo pelo vermelho.

O médio do Paços de Ferreira foi expulso pela primeira ver na carreira e na verdade estragou o jogo para o seu treinador que, até então, estava a tentar condicionar a progressão do Benfica com o método dos audazes: pressão alta, roubos de bola em lugares adiantados, jogo apoiado; sem medo, em qualquer lugar e em quaisquer circunstâncias.

A não ser na circunstância de ficar a jogar com menos um futebolista diante de um adversário que lhe entra em casa cinco triunfos seguidos e 590 minutos sem sofrer golos.

Tudo ficou mais fácil para o Benfica após o disparate de Eustáquio? Sim, mas também é justo reconhecer que, antes desse momento, se percebeu que o ciclotímico Seferovic tinha os cristais alinhados para cabo dos trabalhos do desalinhado Marcelo e que em noites assim, tudo parece possível para o suíço. Até marcar dois golos extraordinários e completamente diferentes entre si, e ainda assistir colegas para outros dois (mas já lá vamos).

Recuperando a ideia anterior, é claro que o jogo mudou, ajeitando-se mesmo de feição a Jorge Jesus, pois o orgulhoso Paços de Ferreira não desistiu de jogar com as suas ideias, mesmo diminuído, e o Benfica em transição aproveitou para acelerar para um triunfo fácil que contrariou todos os prognósticos.

Todos os que não preveem uma expulsão aos 22, obviamente.

Seguiram-se três jogadas perigosas: numa, Waldschmidt rematou para uma defesa de Jordi; noutra, Rafa chutou para outra defesa de Jordi; e depois aconteceu o golo de Diogo Gonçalves, na sequência de uma recuperação de bola perdida por Luiz Carlos, que preferiu jogar apoiado numa fase precoce de construção.

Feito o 1-0, o Benfica libertou-se definitivamente com Seferovic e Rafa e Waldschmidt a quebrarem os adversários com constantes movimentos verticais. O 2-0 parecia uma inevitabilidade que foi adiada, à primeira, quando Seferovic serviu o Waldschmidt que, com a baliza escancarada, rematou para outra defesa de Jordi - o brasileiro transformar-se-ia, com o tempo, num dos melhores em campo; à segunda, Seferovic fez um passe preciso, rasteiro e em profundidade, para a correria de Rafa, que ultrapassou o guarda-redes e marcou. Minutos depois, Seferovic faria o 3-0, picando subtilmente a bola sobre Jordi, servido por Taarabt que antes bailou diante de um pacense.

Ao intervalo, estava achado o desfecho. Faltava saber por quantos.

Resumindo a segunda-parte: ficou 5-0, mas o Benfica poderia ter saído da capital do móvel com um T6+1 completamente mobilado e de chave na mão, não fosse Jordi ter fechado a porta um par de vezes. Num remate cruzado de Everton (substituiu Rafa Silva), lá estava Jordi, tal como esteve no livre de Grimaldo: em ambas as ocasiões, intransponível.

E o Benfica continuou a carregar ao som dos berros de Jorge Jesus, com acelerações e movimentos de rotura que foram deixando marcas no chão a que Seferovic chamou de pistas. E depois, figos. O suíço fez o 4-0, numa rotação vistosa a passe de Everton, e deu o 5-0 a Darwin, na sequência de uma receção de peito orientada - o uruguaio chorou e foi paternalmente confortado pelo helvético.

Não havia nada que o Paços pudesse fazer. E não havendo exibições perfeitas, a de Seferovic em Paços de Ferreira não estará longe disso, pelo que o o avançado terá dobrado o seu tipping point e entrado provavelmente naquilo a que os atletas de alta competição definem como "zona": um estado de espírito marcado pela autoconfiança, em que tudo parece sair bem.

Pela segunda vez consecutiva na sua vida no Benfica, foi visto como dispensável e uma escolha apenas razoável, longe dos méritos de quem foi contratado por 20 milhões de euros (RDT) e 24 milhões de euros (Darwin). E agora Haris Seferovic é o melhor marcador da Liga, com 16 golos em 23 jogos, 16 deles a titular.

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Premiações nos e-Sports começam a ser show à parte; Brasil vai chegando

As premiações milionárias chamam a atenção e qualquer pai que reclamar do filho jogando precisa pensar duas vezes antes de tentar a carreira nos jogos.

Os e-sports passaram da polêmica sobre a discussão do que é ou não é esporte para algo muito maior. Mesmo o mais ferrenho tradicionalista ficará impressionado com a estrutura das equipes, o tamanho das arenas cheias de pessoas vendo os jogos e as premiações em dinheiro. Aliás elas começam a ser um show à parte.

No último dia de julho de 2019, Bugha venceu a Copa do Mundo de Fortnite, disputada em Nova York. Claro que a realização e o troféu já são um crédito ao feito, mas o que virou notícia mesmo foi o choque do prêmio, o maior dado em um torneio de e-sports: 3 milhões de dólares, ou 11,4 milhões de reais.

Para efeito de comparação, antes de aumentar os valores da premiação, a Libertadores pagou 12 milhões de reais para o Atlético-MG, campeão em 2013. Estamos falando de uma competição de meio século de existência pagando uma instituição centenária, com imenso corpo de funcionários, gigantesco elenco, milhões de torcedores. Bugha, com 16 anos, está bem na parada portanto.

E por mais que o torneio de Fortnite realmente tenha sido um prêmio fora da curva, outros jogadores também não podem reclamar: na lista de ganhos de 2019, que está longe de acabar, nove jogadores passaram do milhão de dólares e mais 12 superaram os 400 mil dólares nestes oito meses de disputa.

Brasil também está na mesma toada

Os valores por aqui ainda não são tão milionários, mas também impressionam. O site alemão Only for Gamers fez uma brincadeira com fundo de verdade comparando os ganhos de atletas do e-sport com os líderes de governo de seu país, para mostrar aos seus pais como jogar videogame pode sim dar futuro e não é só uma distração.

São 29 países selecionados e em todos eles o jogador ganha mais que o político, e não só em países sub-desenvolvidos não: Estados Unidos (TFUE ganhou mais que Donald Trump), Alemanha (Kuroky ganhou mais do dobro que Angela Merkel) e França (7CKNGMAD bate Emmanuel Macron) estão na lista.

Também está presente o Brasil. De acordo com o infográfico, TACO (Epitácio de Melo) é a estrela brasileira de CS:GO, com quase um milhão de dólares (951 mil, para ser mais exato) em ganhos ao longo de sua carreira. Ele só tem 23 anos.

Depois de deixar o Team Liquid, TACO juntou-se ao MIBR (Made in Brazil), onde atua com FalleN, outra estrela do Counter Strike: Global Offensive e com ganhos batendo na casa do milhão de dólares (911 mil).

E eles não estão sozinhos como Guga estava no topo do tênis mundial na virada dos anos 2000. Os brasileiros são muito fortes no cenário dos e-sports, ganhando prêmios ao redor do mundo. A equipe Black Dragons ganhou o Crossfire Stars na China e trouxe 500 mil dólares na mala.

E mais exemplos não faltam: O Tea Liquid, com uma escalação (lineup) 100% brasileira venceu o ESL Pro League jogando Rainbow Six: Siege e com FalleN como uma das estrelas da SK Gaming, foram faturados o Major da MLG Columbus e a ESL One: Colônia, totalizando 1 milhão de dólares.

Esse bom desempenho nos campeonatos e nosso histórico longo com games - quem não se recorda das lan houses - faz o crescimento dos e-sports no país ser grande e ter potencial para ir muito mais longe. Segundo a revista Exame, a audiência das competições passou de 20 milhões de pessoas em 2019 e nos coloca como o terceiro mercado do mundo, atrás apenas das potências China e Estados Unidos. Desse número, 9,2 milhões acompanham fielmente as competições.

E isso abre para todo tipo de oportunidade. Empresas de tecnologia oferecem linhas gaming, com computadores e acessórios de alta qualidade e detalhamento , empresas começam a patrocinar as competições nacionais e os prêmios em dinheiro sobem em consequência do número cada vez maior de fãs.

O nosso maior exemplo hoje é o Campeonato Brasileiro de League of Legends, mais conhecido como CBLoL. A edição de 2019 é patrocinada pela Dell e a Gilette e nas edições anteriores tivemos eventos no Mineirinho, Ginásio do Ibirapuera e no Allianz Parque, onde teve mais de 12 mil espectadores.

Portanto, em pouco tempo teremos mais TACO e FalleN nos mais diferentes games. E com certeza todos eles vão deixar muito político, CEO de empresas e empreendedores comendo poeira com seus ganhos. Fala isso para seus pais próxima vez que eles pedirem para desligar o computador.

Principais questões

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✅ Sim, mas também é justo reconhecer que, antes desse momento, se percebeu que o ciclotímico Seferovic tinha os cristais alinhados para cabo dos trabalhos do desalinhado Marcelo e que em noites assim, tudo parece possível para o suíço. Até marcar dois golos extraordinários e completamente diferentes entre si, e ainda assistir colegas para outros dois (mas já lá vamos).


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